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Professor, coach, teólogo, palestrante e terapeuta. Formado em Teologia pela UMESP, em produção de TV comunitária pela UNESCO, credendiado como coach pelo Institudo Novo Aprendiz, graduando em psicanalise pela Nucleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas, graduando em ciências da Religião pela UMESP e Licenciado em História.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

O Desnvolvimento do emocional através do "faz de conta"

O Desenvolvimento da criança através do mundo do "faz de conta"




No presente artigo estaremos usando a expressão faz-de-conta com o seguinte sentido: uma conduta lúdica da criança que usa a representação dramática sem as preocupações que a palavra representar tem no seu sentido usual, ou seja, para um público, para ser apreciada por observadores.

É uma atividade psicológica de grande complexidade, é uma atividade lúdica que desencadeia o uso da imaginação criadora pela impossibilidade de satisfação imediata de desejos por parte da criança.
Essa atividade enriquece a identidade da criança, porque ela experimenta outra forma de ser e de pensar; amplia suas concepções sobre as coisas e as pessoas, porque a faz desempenhar vários papéis sociais ao representar diferentes personagens.

Quando brinca, a criança elabora hipóteses para a resolução de seus problemas e toma atitudes além do comportamento habitual de sua idade, pois busca alternativas para transformar a realidade. Os seus sonhos e desejos, na brincadeira podem ser realizados facilmente, quantas vezes o desejar, criando e recriando as situações que ajudam a satisfazer alguma necessidade presente em seu interior.
Vygotsky assinalou que uma das funções básicas do brincar é permitir que a criança aprenda a elaborar/ resolver situações conflitantes que vivencia no seu dia a dia.

E para isso, usará capacidades como a observação, a imitação e a imaginação.
Essas representações que de início podem ser "simples", de acordo com a idade da criança, darão lugar à um faz de conta mais elaborado, que além de ajudá-la a compreender situações conflitantes ajuda a entender e assimilar os papéis sociais que fazem parte de nossa cultura ( o que é ser pai, mãe, filho, professor, médico, ... ). Através desta imitação representativa a criança vai também aprendendo a lidar com regras e normas sociais. Desenvolve a capacidade de interação e aprende a lidar com o limite e para tanto, os jogos com regras são fundamentais, principalmente a partir dos 06 anos aproximadamente.


Quando Vygotsky discute o papel do brinquedo, refere-se especificamente à brincadeira de "faz-de-conta", como brincar de casinha, brincar de escolinha, brincar com um cabo de vassoura como se fosse um cavalo. Faz referência a outros tipos de brinquedo, mas a brincadeira "faz-de-conta" é privilegiada em sua discussão sobre o papel do brinquedo no desenvolvimento.

As crianças evoluem por intermédio de suas próprias brincadeiras e das invenções das brincadeiras feitas por outras crianças e adultos. Nesse processo, ampliam gradualmente sua capacidade de visualizar a riqueza do mundo externamente real, e , no plano simbólico procuram entender o mundo dos adultos, pois ainda que com conteúdos diferentes, estas brincadeiras, possuem uma característica comum: a atividade do homem e suas relações sociais e de trabalho. Deste modo, elas desenvolvem a linguagem e a narrativa e nesse processo vão adquirindo uma melhor compreensão de si próprias e do outro, pela contraposição com coisas e pessoas que fazem parte de seu meio, e, que são portanto, culturalmente definidas também.

Para Vygotsky, ao reproduzir o comportamento social do adulto em seus jogos, a criança está combinando situações reais com elementos de sua ação fantasiosa. Esta fantasia surge da necessidade da criança, como já dissemos, em reproduzir o cotidiano da vida do adulto da qual ela ainda não pode participar ativamente. Porém, essa reprodução necessita de conhecimentos prévios da realidade exterior, deste modo, quanto mais rica for a experiência humana, maior será o material disponível para as imaginações que irão se materializar em seus jogos.

A construção do real parte então do social ( da interação com outros), quando a criança imita o adulto e é orientada por ele, e paulatinamente é internalizada pela criança. Ela começa com uma situação imaginária, que é uma reprodução da situação real, sendo que a brincadeira é muito mais a lembrança de de alguma coisa que de fato aconteceu, do que uma situação imaginária totalmente nova. Conforme a brincadeira vai se desenvolvendo acontece uma aproximação com a realização consciente do seu propósito.


Vygotsky coloca que o comportamento das crianças em situações do dia a dia é, em relação aos seus fundamentos, o contrário daquele apresentado nas situações de brincadeira. A brincadeira cria zona de desenvolvimento proximal da criança que nela se comporta além do comportamento habitual para sua idade, o que vem criar uma estrutura básica para as mudanças  da necessidade e da consciência, originando um novo tipo de atitude em relação ao real. Na brincadeira, aparecem tanto a ação na esfera imaginativa numa situação de faz-de-conta, como a criação das intenções voluntárias e as formações dos planos da vida real, constituindo-se assim, no mais alto nível do desenvolvimento pré-escolar. ( Vygotsky, 1984, p.117).

Outro aspecto importante colocado por Vygotsky (1984) é que, no jogo de faz-de-conta, a criança passa a dirigir seu comportamento pelo mundo imaginário, isto é, o pensamento está separado dos objetos e a ação surge das idéias. Assim, do ponto de vista do desenvolvimento, o jogo de faz-de-conta pode ser considerado um meio para desenvolver o pensamento abstrato.

A interpretação de Vygotsky atribui ao jogo imaginário uma dupla tendência - com ações subordinadas ao real, pelos seus vínculos com acontecimentos e regras daquilo que é vivenciado, e com a transformação do real, pelas possibilidades de recombinação criativa das experiências, conforme salienta Rocha (1994). No entanto, segundo a mesma autora, a primeira tendência foi enfatizada por outros autores da abordagem histórico-cultural, tendo sido subestimado aquilo que o teórico esboçou como processo de criação imaginativa. Tanto a atividade lúdica quanto a atividade criativa surgem marcadas pela cultura e mediadas pelos sujeitos com que ela se relaciona.
Mas além de ser uma situação imaginária, o brinquedo é também uma atividade regida por regras. Mesmo no universo do "faz-de-conta" há regras que devem ser seguidas. Ao brincar de ônibus, por exemplo, exerce o papel de motorista. Para isso tem que tomar como modelo os motoristas reais que conhece e extrair deles um significado mais geral e abstrato para a categoria "motorista". Para brincar conforme as regras, tem que esforçar-se para exibir um comportamento ao do motorista, o que a impulsiona para além de seu comportamento como criança. Tanto pela criação da situação imaginária, como pela definição de regras específicas, o brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança. No brinquedo a criança comporta-se de forma mais avançada do que nas atividades da vida real e também aprende a separar objeto/significado.


Vygotsky vem quebrar a dicotomia de mundo-adulto-sério-real e mundo-infantil-lúdico-fantasioso. Fantasia e realidade se realimentam e possibilitam que a criança - assim como os adultos - estabeleça conceitos e relações; insira-se enquanto sujeito social que é. Ele sinaliza que, ao brincar, a criança não está só fantasiando, mas fazendo uma ordenação do real; tendo a possibilidade de ressignificar suas diversas experiências cotidianas. Não podemos nos esquecer de que para ele, a imitação, o faz-de-conta, permite a reconstrução interna daquilo que é observado externamente e, portanto, através da imitação são capazes de realizar ações que ultrapassam o limite de suas capacidades.


Pois, se através da imitação (no sentido atribuído por Vygotsky, um instrumento de reconstrução), a criança aprende, nada mais positivo que a escola promova situações que possibilitem a imitação, a observação e a reprodução de modelos.

Logicamente o sentido de imitação explícito nas idéias no autor, não pode ser confundido com o que podemos constatar ainda em tantas escolas: proposição de atividades que visam tão somente a reprodução, descontextualizadas, imitações mecânicas de modelos fornecidos pelos professores, as "famosas cópias" de desenhos fornecidos pelos docentes ou retirados de alguma cartilha. As situações de imitação precisam intervir e desencadear um processo de aprendizagem.
A promoção de atividades que favoreçam o envolvimento em brincadeiras, principalmente aquelas que promovem a criação de situaçoes imaginárias, têm nítida função pedagógica. A escola e, particularmente a pré-escola, poderiam a partir desse tipo de situações, atuar no processo de desenvolvimento das crianças. Principalmente na pré-escola, a brincadeira não deveria ser considerada uma atividade de passatempo, sem outra finalidade que a diversão.
Para tanto, é preciso, inicialmente, considerar as brincadeiras que as crianças trazem de casa ou da rua e que organizam independentemente do adulto, como um diagnóstico daquilo que já conhecem, tanto no diz respeito ao mundo físico ou social, bem como do afetivo e, é necessário que a escola possibilite o espaço, o tempo e um educador que seja o elemento mediador das interações das crianças com os objetos de conhecimento.


Bibliografia:
ROCHA, M.S.P.M.L. (1994) A constituição social do brincar: Modos de abordagem do real e do imaginário no trabalho pedagógico. Dissertação de Mestrado, UNICAMP
Vygotsky. A formação social da mente. Martins Fontes, 1984. 

Marcio A Souza - O Professor, palestrante, coach pessaol e de vestibular e terapetua
fonte 19-991507366 // rvmarcio1@gmail.com

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Estudantes têm trocado aulas de cursinhos pela orientação de um coach

Marcio Aurélio - coach pessoal e coach de vestibular

Enem: estudantes têm trocado aulas de cursinhos pela orientação de um coach


Os preços, geralmente, são salgados, mas os jovens ressaltam que o acompanhamento personalizado compensa
https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEhi8d40mPPSOna7hBQ07PxhYJJpfrgiWxMqEemX_KK65G44_t8CryAFons_edJWUAu7l_GotpxWlqiCpEqA7XCVyatO5AJoAZmt5mjI03WOLytueDT8e5ANfJfUvDUQ019W-ZQfXcrwboAdC4nWY0KwpwiHWzCa1dmxiC7rxrHVAKchyJQ5_JhaTYuojjscAWhuFQ=Isabela Assis (E) ao lado da sua coach, Isadora Jinkings: esforços para entrar no curso de medicina

A palavra coach vem do inglês e significa treinador. Como um técnico de futebol, que orienta o jogador, organiza o treino e ajuda com todo o suporte emocional. Mas o coach saiu dos gramados e ganhou espaço na preparação pessoal. Já existem coaches financeiros, de relacionamento e agora também para vestibulares. “Ele ajuda a encontrar o caminho correto nos estudos. É um mentor, que, com uma visão de fora, vai facilitar a trajetória do aluno”, explica Vincenzo Papariello, consultor do VP Concursos. E é por conta desse atendimento personalizado que estudantes estão trocando o cursinho pelo coach na hora de se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A estudante Isabela Assis, 19 anos, quer cursar medicina e já prestou o Enem duas vezes. Ela contava com preparação na escola e também fez um ano de cursinho. Neste semestre, optou pelo coaching. “É uma maneira diferente de estudar. No cursinho, eles te passam a matéria, mas não te ajudam a se organizar. O coaching te acompanha o tempo todo e sabe como você está”, explica. Outra diferença que ela destaca é a cobrança. “Se fosse por minha conta, eu deixaria alguma matéria de lado. Mas o coach cobra uma rotina de estudos e você acaba estudando mais.”

Isabela tem encontros semanais com Isadora Jinkings, que é psicopedagoga e orientadora educacional. Ela explica por que o Enem exige uma preparação específica. “A prova tem um molde de avaliação diferente, com um cunho social e crítico, a que os alunos não estão acostumados. Meu trabalho é ajudá-los a entender esse formato.” Além disso, é fundamental que o coach ajude a organizar os horários do aluno. De acordo com o professor de química e coach Jônatas Gonçalves, a tarefa não é fácil. “Eles são resistentes, acham que não precisam dormir, por exemplo. É meu papel mostrar que eles têm que descansar, fazer atividades físicas e se alimentar bem.”

Avaliação social
A receita nunca é a mesma para todos os estudantes. Por isso, no primeiro encontro com o coach, o aluno passa por uma entrevista.Para que o trabalho seja realmente personalizado, é preciso conhecer o nível de preparação, as intenções no vestibular, a rotina diária e, principalmente, as dificuldades de cada aluno. “Só depois dessa primeira avaliação é que distribuímos as matérias de estudo. Há um trabalho de estatística quanto ao que mais cai e também de estratégia, de acordo com os pesos da prova”, explica Isadora. Segundo Jônatas, a grade é sempre reavaliada e bastante flexível. “A programação muda conforme o progresso do estudante. Se você fizer algo engessado, ele se desanima.”

Como os coaches não dominam todos os conteúdos da prova do Enem, eles precisam pesquisar e consultar outros professores. “O importante é não deixar o aluno com dúvida. O estudante que contrata o coach é muito exigente”, relata Jônatas. Eles também oferecem livros, apostilas, exercícios e indicam sites. E não acaba por aí, o acompanhamento é diário. O coach constrói uma relação muito próxima com o estudante. “Você participa da vida dos meninos. Às vezes, eles me ligam porque se sentem inseguros e precisam de apoio emocional. Eu converso com os pais, e toda a família se envolve naquele objetivo.” Seguindo o perfil dos alunos, os coaches adotam meios de comunicação mais modernos, como Skype e WhatsApp. O importante é estar sempre disponível.

Um atendimento tão personalizado tem o seu preço. Jônatas Gonçalves cobra R$ 900 pelo acompanhamento. “É um preço fixo. Se o aluno me procurar um ano ou seis meses antes da prova, o valor vai ser o mesmo”, explica. Já Isadora Jinkings trabalha com mensalidades de R$ 550 e a chamada “taxa de sucesso”, caso o aluno seja aprovado. Se passar em medicina, ele deve pagar R$ 3 mil; para os demais cursos, são R$ 2 mil. Como o coaching é um processo de desenvolvimento pessoal, os mentores recomendam que o atendimento seja contratado pelo menos seis meses antes da prova. “Também é possível fazer um trabalho de revisão agora que falta um mês, mas o estudante precisa já ter uma bagagem de estudo”, explica Jônatas.


Marcio Aurélio - Professor, coach, palestrante e terapeuta - 19- 991507366 // e-mail rvmarico1@gmail.com





sábado, 26 de setembro de 2015

desenvolvendo inteligencia emocional

O que é Inteligência Emocional?

    A Inteligência Emocional está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns. (Gilberto Vitor)
        Daniel Goleman, em seu livro, mapeia a Inteligência Emocional em cinco áreas de habilidades:

    1. Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer um sentimento enquanto ele ocorre.
    2. Controle Emocional - habilidade de lidar com seus próprios sentimentos, adequando-os para a situação.
    3. Auto-Motivação - dirigir emoções a serviço de um objetivo é essencial para manter-se caminhando sempre em busca.
    4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas.
    5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais.
        As três primeiras acima referem-se a Inteligência Intra-Pessoal. As duas últimas, a Inteligência Inter-Pessoal.

        Inteligência Inter-Pessoal: é a habilidade de entender outras pessoas: o que as motiva, como trabalham, como trabalhar cooperativamente com elas.
    1. Organização de Grupos: é a habilidade essencial da liderança, que envolve iniciativa e coordenação de esforços de um grupo, habilidade de obter do grupo o reconhecimento da liderança, a cooperação espontânea.
    2. Negociação de Soluções: o papel do mediador, prevenindo e resolvendo conflitos.
    3. Empatia - Sintonia Pessoal: é a capacidade de, identificando e entendendo os desejos e sentimentos das pessoas, responder (reagir) de forma apropriada de forma a canalizá-los ao interesse comum.
    4. Sensibilidade Social: é a capacidade de detectar e identificar sentimentos e motivos das pessoas.
        Inteligência Intra-Pessoal: é a mesma habilidade, só que voltada para si mesmo. É a capacidade de formar um modelo verdadeiro e preciso de si mesmo e usá-lo de forma efetiva e construtiva.
    Os tipos de inteligência
        O psicólogo Howard Gardner da Universidade de Harward, nos Estados Unidos, propõe “uma visão pluralista da mente” ampliando o conceito de inteligência única para o de um feixe de capacidades. Para ele, inteligência é a capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos valorizados em um ambiente cultural ou comunitário. Assim, ele propõe uma nova visão da inteligência, dividindo-a em 7 diferentes competências que se interpenetram, pois sempre envolvemos mais de uma habilidade na solução de problemas.

        Embora existam predominâncias, as inteligências se integram: 
    •     Inteligência Verbal ou Lingüística: habilidade para lidar criativamente com as palavras.
    •     Inteligência Lógico-Matemática: capacidade para solucionar problemas envolvendo números e demais elementos matemáticos; habilidades para raciocínio dedutivo.
    •     Inteligência Cinestésica Corporal: capacidade de usar o próprio corpo de maneiras diferentes e hábeis.
    •     Inteligência Espacial: noção de espaço e direção.
    •     Inteligência Musical: capacidade de organizar sons de maneira criativa.
    •     Inteligência Interpessoal: habilidade de compreender os outros; a maneira de como aceitar e conviver com o outro.
    •     Inteligência Intrapessoal: capacidade de relacionamento consigo mesmo, autoconhecimento. Habilidade de administrar seus sentimentos e emoções a favor de seus projetos. É a inteligência da auto-estima.
        Segundo Gardner, todos nascem com o potencial das várias inteligências. A partir das relações com o ambiente, aspectos culturais, algumas são mais desenvolvidas ao passo que deixamos de aprimorar outras.
    Nos anos 90, Daniel Goleman, também psicólogo da Universidade de Harward, afirma que ninguém tem menos que 9 inteligências. Além das 7 citadas por Gardner, Goleman acrescenta mais duas:
    •     Inteligência Pictográfica: habilidade que a pessoa tem de transmitir uma mensagem pelo desenho que faz.
    •     Inteligência Naturalista: capacidade de uma pessoa em sentir-se um componente natural.
Importância das Emoções


    • Sobrevivência: Nossas emoções foram desenvolvidas naturalmente através de milhões de anos de evolução. Como resultado, nossas emoções possuem o potencial de nos servir como um sofisticado e delicado sistema interno de orientação. Nossas emoções nos alertam quando as necessidades humanas naturais não são encontradas. Por exemplo, quando nos sentimos sós, nossa necessidade é encontrar outras pessoas.Quando nos sentimos receosos, nossa necessidade é por segurança. Quando nos sentimos rejeitados, nossa necessidade é por aceitação.
    • Tomadas de Decisão: Nossas emoções são uma fonte valiosa da informação. Nossas emoções nos ajudam a tomar decisões. Os estudos mostram que quando as conexões emocionais de uma pessoa estão danificadas no cérebro, ela não pode tomar nem mesmo as decisões simples. Por que? Porque não sentirá nada sobre suas escolhas.
    • Ajuste de limites: Quando nos sentimos incomodados com o comportamento de uma pessoa, nossas emoções nos alertam. Se nós aprendermos a confiar em nossas emoções e sensações isto nos ajudará a ajustar nossos limites que são necessários para proteger nossa saúde física e mental.
    • Comunicação: Nossas emoções ajudam-nos a comunicar com os outros. Nossas expressões faciais, por exemplo, podem demonstrar uma grande quantidade de emoções. Com o olhar, podemos sinalizar que precisamos de ajuda. Se formos também verbalmente hábeis, juntamente com nossas expressões teremos uma possibilidade maior de melhor expressar nossas emoções. Também é necessário que nós sejamos eficazes para escutar e entender os problemas dos outros.
    • União: Nossas emoções são talvez a maior fonte potencial capaz de unir todos os membros da espécie humana. Claramente, as diferenças religiosas, cultural e política não permitem isto, apesar dar emoções serem "universais".

                    Marcio A Silva - Coach pessoal,terapeuta e palestrante - fone 19-991507366 /                                                       rvmarcio1@gmail.com

domingo, 13 de setembro de 2015

você sabe lidar com suas emoções?

SINAL DE QUE VOCÊ TEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
VOCÊ SABE LIDAR COM SUAS EMOÇÕES?




Estar consciente de suas emoções é crucial não apenas para o seu bem-estar mental, mas também para a sua saúde física. Alguns estudos mostram que o estresse pode afetar bastante o corpo e a raiva não gerenciada coloca uma pressão excessiva em seu coração e na sua pressão arterial.

É aí que entra em jogo a segurança emocional.

A segurança emocional pode ser melhor descrita como "a capacidade de identificar, rotular e expressar o que você sente", de acordo com Kendra Campbell, professora assistente de psicologia da Universidade do Alasca, em Fairbanks. Em outras palavras, você sabe como lidar com as suas emoções de uma forma saudável.

Abaixo estão alguns sinais de que você sabe lidar muito bem com os seus sentimentos.

1. Você aceita bem o negativo
A vida é uma sucessão de altos e baixos. Ao reconhecer que sempre haverá situações negativas ou desafios e estar aberto a eles você se prepara para ter um relacionamento saudável com esses tipos de emoções.

"As emoções são experiências naturais e universais - todos nós as vivenciamos", disse Campbell. "Ninguém está imune a isso, nem mesmo às emoções negativas."

2. Você enxerga as coisas como um todo
Esta técnica de encarar as coisas à distância pode melhorar muito o humor de uma pessoa. Em vez de ficar revivendo uma experiência dolorosa, para processar as emoções existentes nelas (ficar pensando naquele rompimento), pode ser melhor você olhar para esse evento negativo como se estivesse observando-o de longe. Os pesquisadores da Universidade de Michigan descobriram que aqueles que olham para uma situação pela "perspectiva de um observador", por assim dizer, pode experimentar um menor risco de sintomas depressivos.

3. Você é empático
Se você está disposto a experimentar uma variedade enorme de emoções, é bem provável que você esteja mais propenso a se relacionar com outras pessoas e com suas experiências. Este nível de empatia só acontece quando você está emocionalmente maduro, de acordo com Michelle Carlstrom, diretora sênior do setor de Trabalho, Vida e Envolvimento e conselheira certificada para aliviar a dor da perda, na Universidade Johns Hopkins.

Por exemplo, quando você é uma pessoa sensível você é capaz de reconhecer quando alguém no trabalho está passando por uma situação que pode atrapalhar o seu desempenho, por você já ter passado por isso. "As emoções não são uma fraqueza", disse Carlstrom. "Pra ninguém."

4. Você não tem medo de chorar pra valer
Tragam os lenços. Aceitar de braços abertos as suas emoções significa aceitar todas elas - inclusive aqueles sentimentos que causam lágrimas. O choro é uma resposta corporal a qualquer tipo de gatilho externo - bom ou ruim - e segurar isso poderia influenciar negativamente a sua saúde mental e física.

"Uma pessoa emocionalmente imatura apenas aguenta de cabeça baixa e deixa pra lá, pois acredita que é uma pessoa ‘forte’", disse Carlstrom. "Ela não assimila as coisas".

5. Você pratica a autocompaixão
Não existe espaço para a autocrítica aqui. Se você está em contato com os seus sentimentos, você sabe como pensamentos negativos podem ser prejudiciais.

"Uma pessoa emocionalmente estável sabe como gerenciar o diálogo interno", disse Carlstrom. "Essa voz pode ser uma distração negativa que pode nos deter. Você é capaz de gerenciar essas emoções de uma forma que não vai lhe fazer mal".

6. Você sabe como "quebrar" uma discussão
Existem dois tipos de pessoas: os que se mantêm firmes em uma discussão até a outra pessoa ceder e os que têm confiança na sua própria opinião, independentemente do que os outros pensem. Escolher o "olho por olho" - ou tomar um segundo posicionamento em uma discussão diz muito sobre o grau de segurança emocional de uma pessoa, de acordo com Carlstrom.

Em outras palavras, você prefere ter razão ou ser feliz? Aqueles que estão em contato com suas emoções normalmente escolhem o último, diz Carlstrom.

7. Você comunica as suas emoções para os outros
Uma boa parte da segurança emocional é validar os seus próprios sentimentos, expressando-os às outras pessoas, explica Campbell. Isso significa que você se garante no seu trabalho ou se permite ficar vulnerável na frente do seu amado.

"Todas as emoções que vivenciamos são pedaços de informações, por isso é importante não sufocar ou fingir que não as tem e comunicar essas emoções" ela disse". Reconhecer o que você sente é importante porque se você não for capaz de fazer isso essas emoções vão ressurgir, de uma forma ou de outra."

8. Você é honesto com você mesmo sobre o que sente
Irritado? Decepcionado? Culpado? Você não tenta tirar isso de sua mente. "Parte da expressão emocional é a capacidade de estar em sintonia com o que está acontecendo dentro de si mesmo", disse Campbell.

Esconder o que sentimos pode levar a consequências não intencionais, de acordo com o psicoterapeuta Barton Goldsmith". Quando escolhemos enterrar nossos sentimentos, agimos de forma diferente", escreveu ele no blog do Psychology Today. "Nós podemos não estar disponíveis aos outros e nos fechar, ou simplesmente, não estar totalmente engajados quando passamos um tempo com outras pessoas. Quando você expressa o que sente realmente (de forma adequada), os problemas se resolvem, as questões em um relacionamento ficam resolvidas e a vida fica mais fácil".

9. Você pede desculpas
Todos nós erramos em algum momento. A chave é reconhecer quando admitir isso.
"A capacidade de concordar ou compreender quando nós cometemos um erro ou fracassamos - a capacidade de corrigir o curso - é importante para criar segurança emocional", disse Carlstrom. Quanto mais você faz as pazes com seus erros, mais você segue em frente.

10. Você sabe quando buscar ajuda
Os especialistas destacam que cuidar do seu bem-estar mental é importante para a saúde como um todo.

"Falar sobre seus problemas e questões em voz alta pode ser muito útil. Fazer isso lhe dará alguma perspectiva", disse Gregory Dalack, presidente do departamento de psiquiatria da Universidade de Michigan, anteriormente ao HuffPost. "Falar com alguém treinado para entender a ansiedade e a depressão pode ser mais útil ao gerenciar esses sintomas, reformular os pensamentos negativos que tendemos a ter e nos colocarmos em um lugar [mental] onde possamos lidar com essas dificuldades."

As pessoas que estão em contato com seus sentimentos também reconhecem quando estes se tornam estressantes demais e buscam o tratamento adequado para ajudar a gerir essas emoções. A recompensa? Coração, mente e corpo 

felizes - e não há melhor segurança do que isso.

Marcio A Silva coach pessoal, terapeuta e palestrante - 19-991507366

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

14 sinais de que você tem inteligencia emocional



14 sinais de que você 

tem inteligência emocional



O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não é tudo. Nossa inteligência emocional - o modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros - pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.
Platão disse que todo aprendizado tem uma base emocional, e talvez ele tenha razão. O modo como interagimos com nossas emoções e as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida. Para colocar em termos coloquiais, a inteligência emocional (IE) é como a "sabedoria da rua", em oposição à "sabedoria dos livros", e é responsável por grande parte da capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.
"Quem tem inteligência emocional geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente", disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de "Focus: The Hidden Driver of Excellence" [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”]. "A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional."
Os cinco componentes da IE, como definidos por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia. Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma delas.
Não tem certeza de qual é seu nível de inteligência emocional? Aqui estão 14 sinais de que você tem uma IE alta.

1. Você sente curiosidade sobre pessoas que não conhece.
inteligencia emocional 1
Você gosta de conhecer novas pessoas e naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém? Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um dos principais componentes da IE. Pessoas altamente empáticas - as que estão extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e agem de uma maneira sensível a essas necessidades - têm uma coisa importante em comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber mais sobre os outros.
Ter curiosidade sobre os outros também é uma maneira de cultivar a empatia. "A curiosidade expande nossa empatia quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas", escreveu Roman Krznaric, autor do livro "Empathy: A Handbook For Revolution" [“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.

2. Você é um ótimo líder.
inteligencia emocional 2
Líderes excepcionais costumam ter uma coisa em comum, segundo Goleman. Além dos tradicionais requisitos para o sucesso - talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um alto grau de inteligência emocional. Em sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.
"Quanto mais alta a categoria de uma pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência emocional apareciam como motivo de sua eficácia", escreveu Goleman na "Harvard Business Review".

3. Você conhece suas forças e suas fraquezas.
Um grande fator da autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é - saber onde você se sai muito bem e onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas. Uma pessoa emocionalmente inteligente aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro. Essa consciência gera a autoconfiança, que é um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. "Se você sabe em que é realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança", diz ele.

4. Você sabe prestar atenção.
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Você é distraído por cada tuíte, mensagem e pensamento que passa por sua cabeça? Nesse caso, isso pode estar impedindo que você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional. Mas a capacidade de suportar distrações e se concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional, diz Goleman. Sem estar presente consigo mesmo e com os outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes. "Sua capacidade de se concentrar no trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar - seu nível de eficiência nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua família", diz Goleman. "E podemos ensinar as crianças a fazer isso."

5. Quando você está chateado, sabe exatamente por quê.
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Todos nós experimentamos uma série de flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza. Mas um aspecto importante da autoconsciência é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está chateado. Autoconsciência também se trata de reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou ignorá-las. Pessoas emocionalmente inteligentes recuam um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa emoção sobre elas.

6. Você se dá bem com a maioria das pessoas.
"Ter relacionamentos satisfatórios e eficazes - esse é um sinal [de inteligência emocional]", diz Goleman.

7. Você se importa profundamente em ser uma pessoa boa e moral.
inteligencia emocional 7
Um aspecto da IE é nossa "identidade moral", que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como pessoas éticas e cuidadosas. Se você é uma pessoa que se importa em construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.

8. Você se dá um tempo para desacelerar e ajudar os outros.
Se você criar o hábito de desacelerar para prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra inteligência emocional. Muitas pessoas, uma boa parte do tempo, estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos ajudar.
"[Existe um] espectro que vai da total autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão", disse Goleman em uma palestra TED sobre compaixão. "O simples fato é que se estivermos focados em nós mesmos, se estivermos preocupados - o que muitas vezes estamos durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro." Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido em seu mundinho, planta as sementes da compaixão - um componente crucial da IE.

9. Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas.
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Ser capaz de sentir como os outros estão se sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE. Faça este teste da Universidade da Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as emoções dos outros.

10. Depois de cair você se levanta rapidamente.
Como você lida com os erros e reveses diz muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que todos temos de fazer na vida é seguir em frente. Quando uma pessoa emocionalmente inteligente sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente. Isto acontece em parte por causa da capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.
"A pessoa resistente não fica presa às emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros sentimentos", disse Barbara Fredrickson, autora de "Positivity" [Positividade], à "Experience Life". "Por isso, ao mesmo tempo que elas estão sentindo 'estou triste por causa disso', também tendem a pensar 'mas estou grata por isto'."

11. Você é um bom juiz de caráter.
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Você sempre consegue ter a sensação de quem uma pessoa é desde o início - e suas intuições raramente se enganam.

12. Você confia em seu instinto.
Uma pessoa com inteligência emocional é alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman. Se você é capaz de confiar em si mesmo e em suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.

13. Você sempre foi automotivado.
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Você sempre foi ambicioso e trabalhador quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma pessoa atuante e motivada - e consegue focar sua atenção e sua energia para perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.

14. Você sabe dizer não.
Autorregulação, um dos cinco componentes da inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos insalubres. As pessoas dotadas de IE geralmente são bem equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e controlar seus impulsos, segundo Goleman.
Marcio A Silva - professor, coach, terapeuta e palestrante - 19-991507366

Como você lida com a Adversidade

O QUE VOCÊ É DE VERDADE? Como você lida com a adversidade?
Uma jovem foi conversar com sua avó, e contou sobre o quanto as coisas estavam difíceis na sua vida - o marido a decepcionara e ela estava arrasada. Ela não sabia o que ia fazer e queria desistir. Ela estava cansada de lutar e brigar. Parecia que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.
Sua avó a levou para a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas no fogão. Assim que a água começou a ferver, colocou em uma das panelas cenouras, em outra colocou ovos, e na última colocou café, sem dizer uma palavra.
Cerca de vinte minutos depois, ela desligou o fogão, colocou as cenouras em uma tigela e os ovos em outra. Então pegou o café e derramou o líquido em uma terceira tigela.
Virando-se para a neta, ela disse: "Diga-me o que você vê."
"Cenouras, ovos e café," ela respondeu.
Sua avó trouxe as tigelas para mais perto e pediu que a neta experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. A avó então pediu que ela pegasse um ovo e o quebrasse. Depois de retirar a casca, ela observou o ovo cozido.
Finalmente, pediu que a neta saboreasse o café. A neta sorriu ao provar seu aroma delicioso, e perguntou: "O que significa isso, vovó?"
Sua avó explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervente. E cada um reagiu de forma diferente. A cenoura era forte, firme e inflexível. No entanto, após ter sido submetida à água fervente, amoleceu e se tornou frágil. Os ovos eram frágeis - sua casca fina protegia o líquido no interior, mas depois de colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. No entanto, o pó de café foi o único que, depois de colocado na água, mudou a água.
"Qual deles é você?", perguntou a avó. "Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?"
Pense nisso: Quem sou eu? Sou como a cenoura que parece forte, mas murcho com a dor e a adversidade? Fico frágil e perco a força?
Será que sou o ovo, que começa com um interior maleável, mas muda com o calor? Será que eu tenho um espírito maleável, mas depois de uma morte, uma separação, uma dificuldade financeira ou algum outro julgamento, eu me torno mais difícil e dura? Será que minha casca parece a mesma por fora, mas no interior estou mais amarga, com o espírito e coração endurecidos?
Ou eu sou como o pó de café, que muda a água quente - a própria circunstância que traz a dor? Quando a água fica quente, ele libera a fragrância e o sabor. Se você é como o café, quando as coisas estão no seu pior, você melhora e muda a situação em torno de você. Quando o momento é de escuridão e os obstáculos são mais difíceis, você se eleva a um outro nível?"
Como você lida com a adversidade? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?
Espero que você tenha felicidade suficiente para lhe trazer a docura, obstáculos o suficiente para lhe trazer a força, tristeza o suficiente para mantê-lo humano, e esperança suficiente para fazer você feliz.
As pessoas mais felizes não têm necessariamente o melhor de tudo - elas simplesmente aproveitam ao máximo tudo o que vem em seu caminho. Que todos nós possamos ser como o café!
Marcio A Souza - Terapia e coach pessoal -19-991507366